Enviado Por:Mauri Ribeiro

Amor à Distância

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Olá Guga, Rafael, talvez Caio e possível convidado. Faço parte da Bolha, e acompanho o podcast desde do primeiro episódio.
Vim aqui compartilhar um pouco da minha história com a Lany pra o dia dos namorados do programa.

 

– PRÓLOGO –

O ano era 2010 e a pequena cidade de Carpina/PE inaugurava uma das primeiras escolas médio-técnicas (um programa que misturava o ensino médio com um curso técnico) do governo daquele ano no estado. Não estava afim de entrar no começo, mas depois de minha mãe passar umas 3 horas após seu horário de trabalho tentando fazer a inscrição para a prova de ingresso, eu achei que o mínimo que poderia fazer era ir pra essa escola técnica invés de ir pra outra, como a maioria dos meus amigos do ensino fundamental.

Assim, em 2010, eu entrava numa escola totalmente nova na cidade, com apenas 4 turmas (porque escolas técnicas por aqui são apenas pra ensino médio) de 1º ano e ansioso pra o que ia acontecer nesse novo lugar em que eu conhecia apenas um amigo que já havia estudado comigo. As turmas eram divididas em Redes de Computadores e Comércio.

 

– CAPÍTULO 1 – A APROXIMAÇÃO –

Ao longo do ano, fomos nos achegando mais e mais das outras turmas. Até porque, com apenas 4 turmas na escola toda, tinha muito prédio pra pouca gente. Eu, Jonh e Kevin (podem mudar o nome se preferirem, adoro os nomes que vocês inventam) – meus mais fieis companheiros naqueles próximos anos, acabamos ficando bem próximos de algumas meninas do 1º Comércio A. Esses encontros eram diários e espalhados pelos 3 intervalos que tínhamos na ETEMERB (Escola Técnica Estadual Maria Eduarda Ramos de Barros).

Nos encontros dos intervalos e com toda essa amizade fluindo, comecei a ficar um pouco mais amigo de uma daquelas meninas. Essa amizade foi evoluindo tanto que a gente começou a se chamar de irmão. E como todo menino adolescente não consegue ficar com uma amizade feminina sem começar a gostar dela, eu comecei a sentir alguma coisa diferente pela menina, entrei na famigerada “friend zone”. Ela me passava as atividades da escola, conversava sobre o dia dela… e isso foi me fazendo me aproximar ainda mais e padecer-me em silêncio, pois sabia que ela não sentia o mesmo.

Contei pra os meus dois fiéis escudeiros que tava gostando da Lany. Eles me incentivaram a mandar a real pra ela. E eu com muito medo de isso estragar nossa amizade, continuava a negar essa possibilidade. E como tava chato eu falar dela sempre sem fazer nada, os caras começaram a zoar toda vez que eu tava com ela. Eu ficava totalmente sem graça e morrendo de raiva ao mesmo tempo dos comentários: “hum… tô ligado em vocês dois”, “e aí, quando sai esse casório?” Ela não ligava; na verdade, nem via isso como um possível romance – e ficava rindo, acho que pensava que era besteira daqueles dois abestados.

Um dia, depois de tanto encher o saco dos meus amigos dizendo que esse “amor” não era correspondido, criei coragem e falaria pra ela o que sentia.

 

– CAPÍTULO 2 – O DESEMBARAÇO –

Era o dia 14 de outubro de 2010, aniversário dela. Teve alguma reunião no auditório da escola e foram convocados todos os alunos. Ao fim da reunião, cantaram parabéns pra Lany. E claro, ao final do parabéns, algum paupérrimo puxou o famoso “com quem será?” e apontaram pra mim como o futuro marido. Eu fiquei obviamente mega sem graça porque, aparentemente, todo mundo já percebia isso, menos ela.

Eu decidi que no intervalo do almoço – que era o mais longo – ia dizer pra ela o que sentia. Desci pro primeiro piso, almocei, escovei os dentes e fui pra o banco que geralmente a gente ficava conversando, próximo a cantina. Quando estava chegando perto do banco, percebi que ela já estava lá com uma outra menina que estudava com ela, a Cristininha (por favor, se puderem, coloquem um nome caprichado pra ela). Eu estava doido pra que ela (Cristininha) saísse e deixasse a gente só pra que eu pudesse finalmente me declarar. Acontece que ela não saiu e já estava acabando o tempo do intervalo. Com receio de não rolar durante aquele intervalo e como já estava destinado a falar, criei uma história pra ilustrar a situação, e pra que a desafortunada da Cristininha não percebesse que tava falando da menina que estava do lado dela.

Minha estratégia era simples: vou falar por metáforas que só eu e Lany vamos entender. Se eu tomar um pé na bunda, pelo menos só eu vou saber – pelo menos era o que eu esperava… Daí, comecei a falar:

“Queria te dizer uma coisa. Tô gostando de uma menina. Ela tem um jeito bem diferente que me chamou a atenção. Ela não é como as outras meninas, não. Eu acho que provavelmente ela não gosta de mim, mas tudo bem também se não gostar. Só queria que ela soubesse mesmo, saca?”

Ela perguntou quem era.

Eu dei mais uma enrolada, falei mais das qualidades dela, de como eu gostava do seu sorriso, do seu jeito simples, da forma engraçada que ela andava… Mas novamente, ela perguntou quem era.
Eu disse: é a minha irmã * (eu sei, parece meio bizarro falar isso, só percebi agora escrevendo o e-mail).

*Citei que a gente tava se chamando de irmão lá no começo.

Só pra vocês imaginarem a cena na cabeça de vocês: a gente tava sentado um do lado do outro de frente pra o refeitório. Estava Cristininha, eu e ela do meu lado. Enquanto eu falava, nós 3 olhávamos pra frente, nosso rosto meio que nunca se encontrava.

Mas quando eu falei que gostava da minha irmã, Lany olhou bruscamente pra mim com um olhar apreensivo e sem reação nenhuma. Eu levantei, olhei pra ela e disse: “se você souber como eu posso resolver essa situação, me fala”. Dei um sorrisinho e saí dali.

Não sei se a Cristininha percebeu, mas me senti mega aliviado de falar isso depois de tantos meses escondendo.

Nesse dia, não falei mais com ela.

 

– CAPÍTULO 3 – A CONSEQUÊNCIA –

Alguns dias passaram e ela veio falar comigo que quase não dormiu no dia em que eu disse que gostava dela. Falou ainda que não gostava de mim, que não sentia esse mesmo sentimento. Mas que, quem sabe, poderia vir a gostar. E foi nessa última frase que eu me apeguei.

Os meses foram passando e a gente se aproximando ainda mais. Não tocava mais no assunto, só conversávamos sobre as coisas, escola, música, filmes… E meio que sem perceber, começamos a passar mais e mais intervalos juntos, ir pra casa juntos, ficar até tarde conversando no MSN e mais outras coisas.

Chegando o fim de ano, eu comecei a perceber que ela dava sinais de que estava começando a gostar de mim também. Eu tomei coragem e perguntei: “você gosta de mim?” Ela deu um risinho e desconversou.

Alguns dias depois, marcamos com o pessoal mais chegado pra ir pra um parque de diversões que chega na cidade todo fim de ano. Nessa noite, uma amiga dela disse a mim que ela gostava de mim e que era pra eu pedir ela em namoro. Como eu já estava com isso planejado, esperei só o momento certo pra fazer.

Andamos em vários dos brinquedos e perto de ir pra casa, pedi pra ir com ela na roda gigante. Eu pensei: lugar bonito, romântico e no clima certo pra eu fazer isso. Vai ser um momento arretado! Ela vai aceitar e tá tudo certo, certo? Errado!
Subimos na roda gigante, esperei chegar lá em cima e dar aquela pausa. Clima frio, uma boa visão da cidade, cadeira balançando… eu respirei fundo e falei: “Tu sabe que gosto de você; e eu sei que você gosta de mim. Quer namorar comigo?”

Eu fiquei ansioso pra ela responder. Olhei pra ela com um sorriso na boca, mas ela não falou nada. Eu repeti novamente e ela, nada. Perguntei se gostava de mim e ela, nada. Eu disse que ela só precisava dizer sim ou não balançando a cabeça e ela – pra variar – nada.

O brinquedo parou, a gente desceu meio sem graça e sem falar nada, e ao fim do encontro, fomos pra casa. Fiquei me perguntando porque ela não aceitou quando falei, me perguntei se tinha algo errado na forma que fiz, mas não tinha. Fiz como era o jeito mais simples e bonito.

Não falei com ela nesse dia no MSN. Tava tão pistola que nem queria contato. No outro dia, ela me mandou um SMS dizendo que travou e que não sabia o que tinha acontecido, mas que aceitava sim o meu pedido. Eu fiquei com muita raiva. Por que essa mulher num me disse isso ontem quando tava num clima propício? Cogitei não aceitar mais naquele momento. Mas lembrando dos meses que lutei pra que aquilo acontecesse, resolvi ir em frente com o que tinha me proposto.

 

– CAPÍTULO 4 – A JORNADA –

Passaram 2 anos, terminamos o ensino médio e a vida seguia. Em maio, fui convidado a trabalhar em uma cidadezinha que fica uns 60 km de Carpina (lugar onde morávamos no tempo). O emprego consistia em dar aula de informática em Surubim, cidade do agreste pernambucano. Só que para isso, teria que passar a semana toda lá e voltar pra casa nos fins de semana. A princípio, era tudo ok. A gente foi se adaptando a não estar se vendo toda hora e, por mais que fosse incomodo no começo, aprendemos a nos adaptar.

Fiquei quase 2 anos nesse emprego, nessa rotina. Passamos por diversos problemas, chegando até a acabar o namoro algumas vezes por motivos que eu nem lembro. Mas, sempre conversávamos e as coisas se resolviam. A distância começava a mostrar os seus inescrupulosos sinais no nosso relacionamento. Claro que queríamos estar perto um do outro em todo momento que estivéssemos tristes, sozinhos e com saudade.

Em 2014, passei pra o curso de design na UFPE, em Caruaru. Meu plano era simples. Eu era o único professor na escola de segunda a quinta. Meus horários compreendiam as aulas de 07h da manhã na segunda, até as 22h da quinta. Com isso, conseguia folgar sexta, sábado e domingo. Era bom pra mim e o salário compensava o esforço. Mas com a faculdade, sugeri ao meu chefe que trabalhasse de segunda a sexta das 07h ás 16h, pra ficar livre a noite e ir pra faculdade – ele aceitou. Nessa época, transitava por 3 cidades semanalmente. Passava a semana em Surubim, ia pra Caruaru a noite por conta da faculdade e nos fins de semana estava em Carpina. O nível de cansaço, estresse e, às vezes, tristeza que isso gerava era desgastante.

Passado um tempo, tive problemas com esse trabalho e precisei sair para outra cidade ainda mais afastada, a terra do jeans – Toritama. Essa foi uma das piores fases da minha vida. Eu tinha que continuar no trabalho porque essa cidade era bem próxima de Caruaru, onde estudava. Eu fui pra lá praticamente por um milagre, pois após a saída de Surubim, eu tinha que arrumar uma forma de continuar estudando. Um amigo me colocou nessa nova cidade pra eu fazer da mesma forma que antes: passar a semana lá, estudar a noite e nos fins de semana ir pra casa.

Trabalhei nessa empresa por 6 meses, recebi apenas no primeiro mês e nos outros, recebia 150 às vezes, 100, 50… e por aí vai. Como o chefe sabia que eu precisava ficar por conta da faculdade, ele esculachava mesmo. Essa foi um dos piores momentos da minha vida. Fiquei sem comer por diversas vezes, dormia no chão, não tinha muitos amigos nessa cidade… foi um tempo muito difícil. Mas Lany sempre esteve lá do meu lado, mesmo com toda essa peleja. Eu ia pra casa nos fins de semana apertados, dormia mais do que ficava com ela por conta do imenso cansaço, mas mesmo assim ela sempre estava comigo.

Após 6 meses, terminando o segundo período da faculdade, tinha uma grana de uns freelas que fazia e decidir sair do meu trabalho. Me mudei pra Caruaru pra poder terminar a faculdade. Até aí, já éramos acostumados a nos ver nos fins de semana. A distância era ruim, mas todo sábado eu tava em casa e a gente tava junto. Mas quando me mudei pra Caruaru, a grana apertou. Tive que dividir apartamento com alguns outros caras, pagar contas… não dava pra ir todo fim de semana. Era muito mais caro, cansativo e longe. Foi aí que nós vimos o peso que a distância e a saudade têm.

Eu comecei a ir uma ou duas vezes no mês pra casa. Nós sentimos isso na pele. Quem ama quer tá perto, quer conversar e fazer coisas juntos, mas eu vivia muito mais tempo com meus amigos da faculdade que com ela. Era difícil e se agravou mais com os anos. Por conta das coisas que tinha que fazer em Caruaru, já passei quase 2 meses sem vê-la. A gente não aguentava mais esse distanciamento, essa falta que um fazia pra o outro. Chorei muitas vezes, sofri e imagino que ela também. Além da distância, muito mais coisa contribuía pra essa situação.

Em 2018, por conta do miserável TCC, fiquei sem ir pra casa uns 2 meses pra finalizar o projeto. A pressão do fim de curso, com saudade e tristeza quase me fizeram desistir de tudo e voltar pra Carpina. Foi por pouco! Ela me incentivava, acreditava e me ajudava com o que conseguia. Ela mesmo triste por eu não ir numa semana ou outra, nunca falou nada pra me desanimar. Perto do fim de 2018, já com quase 8 anos de namoro, sendo 6 anos namorando longe um do outro, comprei as alianças do noivado. Tinha prometido anos antes a ela que quando terminasse a faculdade, iríamos nos casar e acabar de vez essa “lonjura” – como falamos aqui no Nordeste – de nós dois.

Em dezembro de 2018, apresentei meu TCC, numa terça-feira. Um ciclo se fechava, eu estava feliz. E agora, finalmente, poderíamos nos preparar pra ficar juntos. Eu não tinha grana suficiente pra juntar a gente antes e ela também não. Como a faculdade gerava um custo e um tempo enorme, só dava pra seguir nesse passo com a faculdade finalizada.

Como a gente morava em cidades diferentes, tudo o que fazíamos era sozinho. Íamos ao cinema sós, comer em algum lugar sós e tantas outras coisas que não tínhamos a companhia um do outro. Agora que a faculdade estava pra terminar, poderíamos nos casar e finalmente estar juntos.

 

– CAPÍTULO 5 – O FIM É PARTE DA JORNADA –

No sábado, na semana que defendi o TCC, falei com ela pra sairmos pra comer alguma coisa. Ela não sabia que esse dia eu a pediria em casamento. Eu tinha um plano. Queria pedir ela em algum lugar especial. Pensei em fazer isso no lugar que a gente comesse na frente de todo mundo, mas ela era muito reservada pra isso e pior que eu também. Um dia antes, tive a ideia de pedir na mesma roda gigante que tinha pedido ela em namoro. Por falta de uma ideia melhor, decidi que ia ser isso.
Comemos um hambúrguer e voltando pra casa, passei pelo centro. Lá, ficavam os brinquedos do parque de diversões que todo ano vinham a cidade.

Parei em frente a roda gigante e chamei ela. Ela não tava afim, mas eu precisava disso pra pôr meu plano em prática. Disse que fazia muitos anos que não tinha ido e seria legal ir agora, ela concordou. Eu tava nervoso, as mãos que já suavam naturalmente por conta da distonia, parecia uma roupa que esquecemos no varal quando chove. Eu tinha certeza de que ela queria isso, mas bate um “cagasso” em um momento sério como esse. Porque, vai que, né?! Haha

Não tinha preparado discurso, queria falar o que eu realmente sentisse na hora. Subimos no brinquedo, a roda gigante começou a rodar e eu não sabia por onde começar. Olhei pra ela, respirei fundo e comecei a falar:

“Nesse mesmo lugar, há 8 anos atrás, eu te fiz um pedido que mudou radicalmente a minha vida. Você não me respondeu nada daquela vez. Assim como essa roda gigante vive girando em ciclos, a nossa vida também girou e nos levou pra esse lugar aqui; muitos anos depois, com tantas experiências vividas juntos e separados, após tantos anos longe um do outro, um novo ciclo se faz e com ele uma pergunta que vai moldar os próximos anos da nossa vida.”

Nesse momento, eu tava mais nervoso e ansioso do que nunca. Ela estava em lágrimas, surpresa e nervosa. Eu continuei:

“Quer casar comigo?”

Pra minha felicidade, contrariando a primeira vez que fomos naquela roda gigante, ela disse sim!
Alguns dias depois, marcamos a data do casamento pra 22/03/2020. Passei o ano de 2019 fazendo mais freela que qualquer outro ano pra juntar grana de comprar as coisas. Juntos, compramos os móveis, organizamos o casamento e marcamos a lua de mel.

Na semana do casamento, mais um problema nessa nossa jornada que parecia que nunca chegaria a um final feliz. O coronavírus se alastrava por todo mundo. Não dava pra saber se poderíamos casar ainda ou não por conta das limitações de pessoas num mesmo espaço e vários outros motivos. Nosso casamento seria no domingo num restaurante. Já estava tudo certo: bolo, decoração, uma parte dos doces, lua de mel, hotel, passagens, convidados… mas, na quinta-feira, o Governo decretou que nenhum restaurante poderia estar aberto a partir do dia 22/03, o dia do nosso casamento. Ficamos um pouco desesperados com aquilo. O casamento não seria mais possível. E em março, a gente não tinha a quantidade de informações que temos hoje, tudo ainda era mato – literalmente.

Foi então, que tivemos a ideia de fazer o casamento para apenas nossa família. 100 pessoas seriam convidadas, mas como optamos por fazer o casamento na casa da vó dela, por conta do espaço e pelas limitações estatais, teríamos que reduzir esse povão pra no máximo, 20 pessoas, e assim foi. Casamos em meio à pandemia, reestruturando um casamento que se planejou durante 1 ano em apenas 4 dias. Tivemos um casamento lindo, do jeito que eu imaginava mesmo. Simples, aconchegante e memorável. Foi pouca gente, num lugar apertado, mas foi nosso momento.

E aí, finalmente podemos estar agora juntos todos os dias, acordar juntos, fazer coisas juntos, participar ativamente da vida um do outro.
Agora posso dizer que depois de 7 anos namorando à distância, finalmente podemos ter um ao outro ao decorrer do dia. Estamos casados há 7 meses (no momento em que escrevo essa história), com provavelmente, a maior lua de mel que já se registrou no mundo. Tô trabalhando de casa e ela está comigo todos os dias matando a secura e a saudade desses anos afastados, por conta da cortesia do coronavírus. Não tivemos a viagem planejada da lua de mel, mas estamos aproveitando esse momento da melhor forma que podemos.

É isso. Essa é a história de amor que venceu a distância, o tempo e até uma pandemia pra que pudesse ter um desfecho feliz.

Desculpe pelo e-mail gigante e um abraço. Gosto muito do trabalho de vocês!

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